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...ahn... olá. - 23/10/2009

Quanto tempo.

Aquela frase batida que diz que quanto mais você vive menos bloga (termo que não preciso explicar por motivos óbvios) tem algo de verdade...

Abandonei completamente o In Loco e todos os seus links. O costume de passar horas na internet escrevendo e visitando outros locais foi embora de uma maneira que eu nunca havia pensado antes. Não que eu tenha abandonado a internet de vez, muito pelo contrário, mas parece que essa parte de "trocar idéias" deu o que tinha que dar.

No ínicio além do quê de novidade havia a perspectiva real e excitante de realmente compensar a timidez latente e poder conhecer gente por aqui. Depois entrei de cabeça na coisa, no oficio de "escrever" e de buscar reconhecimento pelas idéias, seja de maneira tranquila ou conflitante. Tomava partido, discutia, argumentava e até mesmo levantei a bunda da cadeira pra fazer valer aquilo em que eu acreditava e transcrevia nesta tela de edição. Os blogs hoje em dia parecem uma tecnologia ultrapassada como a fita VHS, ou seja, exploraram ao máximo todas as possibilidades e só atraem realmente quem é saudosista ou tem motivos especificos pra ainda manter uma página gratuita no ar.

Maior prova? Twitters e sites que evoluiram de blogs.

Hoje eu enxergo isso de maneira mais clara. É óbvio que a paixão passou.

Agora busco encontrar um pouco de diversão por aqui. Não, diversão não, seria mais um passa tempo mesmo. Por mais que tente não consigo gostar do Twitter. Me lembra mais uma ejaculação precoce do que uma coisa "bem sacada", embora haja alguns que - felizmente - fogem a regra.

Mas sei que o mundo pede pressa. Então saio do caminho.

Antes procurava caras novas, pessoas diferentes (ou parecidas, tanto faz) e maneiras interessantes de se comunicar, porém vez ou outra sempre me pegava pensando em como isso tinha um quê de anormalidade. Se não existisse internet soaria meio estranha a idéia de você passar o tempo escrevendo e se comunicando com pessoas desconhecidas...

...mas essa sensação durava apenas cinco minutos.

Das pessoas que conheci, das coisas que fiz e dos caminhos que escolhi, não me arrependo em definitivo. Já se vão 5 anos e as consequências são palpáveis. Comecei isto aqui com 23 anos. Agora tô na beira dos 30. Se deixei de ser uma promessa? Talvez, embora isso só interesse realmente para mim.

E quem diria que um dia aqueles estranhos pros quais você mandava suas cartas iriam de fato mudar a sua vida, não?

Mas de fato: o externo reflete mais nós mesmos do que o contrário.

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Selph - 9:14 PM

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