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quimeras - 23/04/2007

No meu segundo grau eu vivia emparedado por espinhas, timidez e mutismos. Não era raro as pessoas me considerarem estranho, embora na maior parte do tempo eu não ligasse pra isso.

De tanto em tanto, todo adolescente é meio filosofo. Até os mais fúteis. E por filosofia entenda a ação de ficar pensando, pensando, pensando... (praticidade nula)

... até que, dentre tantos pensamentos, vc percebe que todo o tempo que gastou pensando era oriundo de apenas uma atividade: observar.

Ou melhor, urubservar.

E nesses anos de urubservação, notei que um dos motes da idade era aparecer, atrair a atenção, se destacar em algo.

Na escola era assim. Ou vc era o mais bonito, o mais gostoso, o mais nerd, o mais idiota, o mais feio, o mais sarcástico, o mais irônico, o mais enturmado, o mais desenturmado, etc.

Tudo girava ao redor dos extremos.

Mas quem não fosse de extremos?

Bem, a galera de média 5 ficava naquela de tentar fazer algo pra aparecer ou se deixar levar pela sua falta de opção. E a coisa eclodiu. Tanto que, nos últimos tempos, a quantidade de gente que fica na “neutralidade” é absurda.

A maioria gosta de quase tudo, de tudo um pouco (às vezes muito) de todas as vertentes. Seja música, comida, diversão, postura...

Moldaram e transformaram isso em personalidade. Eis os milhões.

De vez em quando, dentre uns e outros, surgem aqueles que destoam. Eureka! Diriam os que se cansam fácil da mesmice, mas tudo cai por terra ao ver que nem sempre personalidade está ligada a caráter.

Ou seja, de que adianta pixar fulano por questões de gosto e exaltar sicrano sendo este um filho da puta?

Nádegas, né?

No mais, acontece o esperado. Erguem altares para o filho da puta.

Altares que depois estarão à venda por 1,99. Nesse estágio a quantidade de filhos da puta já deverá ter crescido horrores. Nada demais, levando em conta que o mesmo povo que diz fugir da "mesmice" é o primeiro a torná-la padrão.

Olhando por esses termos, não é mais tão traumático ser média 5 como era antigamente. Ok, vamos acabar com a graça do que mais agora?

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Selph - 11:30 AM

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antológicas - 09/04/2007




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Lost in Translation (2003 - EUA). Cena final (música: Just Like a Honey do Jesus and Mary Chain)






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Fandango (1985 - EUA). Jud Nelson, que interpreta o nerd da turma, na cena em que ele pula de para-quedas por ter sido desafiado por Kevin Costner (um dos líderes do grupo)






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1492 - Conquest of Paradise (1992 - EUA) - A chegada de Colombo (Gerard Depardieu) ao "novo mundo"






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Y tu mama tambien (2001 - México) - desfecho final






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Monty Python - Em buca do cálice sagrado (1975 - Inglaterra) - Travessia da ponte da Morte




Up: Algumas pessoas não conseguem ver o video pois não tem o Macromedia instalado em seu navegador. De qualquer maneira aí estão os links diretos.

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Selph - 8:24 AM

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e 1, 2, 3... - 05/04/2007

"Não sei dançar"

Quantas e quantas vezes eu já disse essa frase? Várias.

Algumas por desculpa, outras por medo e outras por ser a mais pura verdade.

Desde que me entendo por gente, apreciar música é uma constante. De acompanhar as trilhas sonoras do meu pai (Bee Gees, Sinatra, Johny Mattis e Julio Iglesias), passando pela descoberta do rock em 93 até hj em dia, ouço música apenas em duas ocasiões: quando estou no PC e quando estou dirigindo.

Alias, existe uma terceira. Raríssima, porém relevante. Quando vou em algum lugar aonde a dança seja especificamente o atrativo.

Tipo: Forrós (já fui muito, hj não mais), Discotecas (no melhor estilo "Coisinha de Jesus"), Milongas (locais onde tocam ritmos de origem latina) ou em qualquer festa em que o DJ resolva tocar as imortais dos anos 70...

Num primeiro momento até que eu me sinto atraído pelo ritmo e pela alegria que contagia a massa.

Num segundo momento eu até arrisco em mexer os ombros e a cabeça (quadris é querer demais).

E finalmente num terceiro momento me vejo totalmente fora do compasso e sem vontade nenhuma de continuar.

Nos tempos em que eu era um guerreiro mitológico e me dispunha a ir em qualquer pardieiro que tivesse bebida e muita mulher, momentos como esses de "perder o compasso" eram freqüentes. Tanto física como moralmente, se é que vcs entendem. Pois obviamente o fato de não saber dançar diminuía em 95% as chances de alguém se dar bem em um local assim.

Felizmente esses tempos foram embora e minha mentalidade mudou.

Não sem antes passar por vários vexames...

Certa vez foi um colega de baladas que puxou uma mina que pé de valsa ao extremo. Resultado? Vexame ao extremo.

Em outra ocasião eu acabei levando um bela costada. É, costada, quando vc vai chegando, chegando, chegando... e a menina vira de costas e vai indo, indo e indo...

De tanto levar dessas e outras eu decidi mudar de ambiente. Era o inicio dos anos 00 e as raves ferviam em Manaus. Não deu outra. Ia a quase todas, ainda mais por estar amparado pelo maravilhoso argumento de um colega meu: "não é preciso saber dançar, basta pular feito um macaco e pronto".

O problema é que o macaco aqui mede 1.88 mts e pesa quase 90 kgs, ou seja, coordenação motora não é bem o meu forte quando se trata de movimentos rápidos. Eu até que os executo, porém essas execuções quase deram briga mais de uma vez. Braços não possuem olhos sabe? Narizes alheios que o digam...

Mas os tempos mudam e os locais tmb. Finalmente eu uni o útil ao agradável. E os shows de rock seguidos de bangueadas e pulos estratosféricos eram bem mais fáceis de executar. Sem contar que se vc esbarrar sem querer em alguém dificilmente dará briga, pois o ato de se empurrar (herança da dança do pogo punk) é uma constante em eventos assim.

A única coisa que não mudou foi minha inaptidão para a dança verdadeiramente dita. E talvez isso se resolva no dia em que eu decidir gastar um tanto de verba no assunto, e olha que eu já cheguei a pensar nisso várias e várias vezes. No entanto, com tanta coisa mais importante pra fazer com o dinheiro, eu realmente deixava pra lá.

Mesmo pq, hj em dia eu posso contar com uma professora particular vinda diretamente da terra onde, segundo dizem as lendas, as pessoas aprendem primeiro a dançar e depois a falar, andar, se vestir, comer (hehehe, sacanagem essas duas ultimas!).

...se bem que, se eu nascesse com fogo nos quadris, a primeira coisa que trataria de aprender seria a apagá-lo tmb.

Sem nenhuma alusão à sacanagem nesta ok? Tá, só um pouco, daquelas bem leves de gente que tem uns pingos de inveja por ter nascido todo duro da cintura pra baixo (hehehe!)

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Selph - 3:00 PM

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