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peladas - 17/08/2007

Sou peladeiro, boleiro, atleta de várzea, ou sei lá qual gíria mais conveniente pra quem gosta do esporte bretão, assumido.

O que não impede que meu futebol seja de média 5 pra baixo...

Já joguei um milésimo melhor, mas isso foi no "auge" (risada abafada) quando jogava praticamente de quinta a domingo. Onde? Na quadra que fica ao lado da minha casa. Alias, o futebol é um esporte tão diversificado que existem várias maneiras de jogá-lo, seja com 22 pessoas ou com apenas 2.

Na quadra de casa aderimos ao chamado "street", ou seja, duas traves pequenas (50 cm X 60 cm) e dois times de duas pessoas cada um. Ganhava quem fizesse um gol em 7 minutos. Em caso de empate a disputa ia pros penais.

Chegou um tempo em que ficavam até cinco times esperando a sua vez do lado de fora.

Mas esse tempo passou e as pessoas foram rareando, até que acabou.

Fiquei enferrujado, pois não tinha mais onde jogar. Existiam os campos profissionais, porém em campo grande eu nunca me destaquei, até pq pouquíssimas vezes tive a oportunidade de jogar em um. Quem entende de futebol sabe que o estilo a ser jogado varia de campo pra campo. Existem ótimos jogadores de quadra que quando vão para um campo profissional simplesmente somem. O contrário tmb acontece com freqüência...

Sentia falta. Até que descobri um pessoal peladeiro aqui na empresa. Já o problema de adaptação ao campo teve meio termo como solução: campo society, desses de grama sintética e tudo. Times de 5 caras na linha e 1 no gol.

Não tardou muito para voltar a velha manha de peladeiro. Gostar de futebol e acompanhar razoavelmente os campeonatos (com ênfase nos europeus e no argentino), bater minha bolinha e ficar me perguntando o porquê de certas pessoas terem uma verdadeira ojeriza para com o futebol.

Parece que esse pessoal não compreende que esse esporte torna-se sempre algo muito mais interessante de que um simples lazer. Envolve paixão, rivalidade, auto-afirmação e companheirismo. Em alguns casos mais extremos até honra. Arrebata, definitivamente.

O futebol não é coisa pra santo e tmb está longe de ser politicamente correto. Agora condena-lo por:

- ser violento? -

Isso depende da abordagem, das pessoas envolvidas e principalmente da consciência geral. Ser violento é uma característica humana e pra lá de influenciável dependendo do momento e da cabeça de cada um. Vide as porradas que tmb acontecem em passeios de fim de semana, bares de baladas, eventos políticos ou qualquer outro lugar onde haja gente de cabeça fraca e que discorda de maneira extrema.

- ser o "ópio" do povo? -

Legal. Por essa alcunha já passaram a religião, o carnaval e até a política. Resultado? No fim das contas sempre tratam de jogar os mandos e desmandos da nação em motivos externos e nunca nos verdadeiros culpados. Que por sinal, tem origem no próprio povo.

- agregar massas e não ter um objetivo prático? -

Se quem dissesse isso fosse rockeiro, eu o mandaria tomar na raba. Shows de rock tmb reúnem milhares de pessoas e não tem propósito algum a não ser o de DIVERTIR.

Se fosse algum intelectual eu o mandaria cheirar meia. É sabido que 99% do dito saber que eles dizem ter se deve ao fato de Gutemberg ter inventado a imprensa e que o hábito da leitura se espalhou no mundo inteiro mais com o intuito de ser um lazer (diversão) do que uma obrigação. Logo, tmb se trata de uma coisa que agrega massas. Quanto ao lance da praticidade, realmente é muito prático, porém compare a quantidade de livros técnicos vendidos com a quantidade de livros de ficção ou romance.

Do resto, ah, do resto eu nem discuto já que quase tudo hj em dia é usufruído por várias pessoas ao redor do planeta. Globalização é assim e olha que não é de hj não...

...mesmo pq, a maioria dos que criticam "el fútbol" são adeptos de algum outro hobby tão ou mais "alienador" do que o próprio futebol.

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Selph - 9:20 AM

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um jogo de você - 02/08/2007

Realidade é aquilo que é mais conveniente pra vc.

Às vezes penso que pequenos milagres são operados em cada relação. Seja profissional, de amizade ou pessoal.

Milagres... que conveniente!

Não é ruim. É prático. Tanto que na maioria das vezes cada um sai com o seu e feliz. Visões de vida são as coisas mais pessoais, e ao mesmo tempo populares, que existem.

Já na hora de meter a cara, cada um faz o que pode e tamos conversados. E é justamente por isso que eu deixei de lado a porção "manipuladora" que tinha. No fundo, eu tava resguardando demais o meu lado...

Não penso em abandonar de vez essa questão do "resguardo", apenas não me importo mais como antigamente. Já saquei que tanto o diabo quando o anjo que cada um possui nos ombros são muito mais produtos da realidade pessoal do que do mundo externo.

Alias:

Se eu jogava fazendo firula, agora eu jogo fácil.

Se eu me julgava em demasia, agora vivo de habeas corpus.

Se eu era classe universitária paulista, agora sou proletariado.

Se eu fazia parte de um circo de narcisos, agora faço parte da fila.



De um cinema.

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Selph - 11:10 AM

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