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Manual Prático do comentarista clichê (ou não*) - 29/05/2006

Desde que comecei a blogar notei que uma das coisas que mais diferenciava os blogs dos sites comuns era a possibilidade de comentar o que estava exposto.

A porta aberta era irresistível, e muitas vezes ela servia como estimulo para o blogueiro continuar a escrever. Porém, quando alguma coisa legal surge, sempre irão aparecer outras coisas pra corromper um pouco a dita diversão.

Umas dessas coisas são os comentaristas clichê.

E o que seria isso? Bem, é aquele cara que sabe que não é obrigado a comentar, mas que quando faz isso, nunca (ou quase nunca) se refere ao que está escrito no post.

Tipo, vc escreveu uns 3 parágrafos sobre alguma analise a respeito de algum tema popular, e o cara vai lá e comenta:


"Oi! Só passei pra te deixar um abraço, t +"


Isso é um exemplo crássico, logicamente existem infinitas variações:


"Olá! Passei pra de desejar um ótimo final de semana, beijos"


"Oi! Tudo de bom! Tenha um bom dia!!!"


"Obrigado por ter aparecido lá no meu blog, VOLTE SEMPRE! FALOWWWZZZ!"


...e por aí vai.

Que no mundo dos blogs existe esse lance de “comenta no meu que eu comento no seu” isso ninguém discute, até pq, que atire a primeira bala quem nunca fez (ou faz) isso. Eu já fiz muito e dependendo do caso posso voltar a fazer sem nenhum problema.

Complicado mesmo seria se eu SÓ FIZESSE ISSO.

Complicado pra mim é claro, pois tem gente que ainda acha que blog é só mais uma janela pra aparecer. É lógico que é! Mas não SÓ!

Aparecer é apenas o primeiro passo. É chato ficar só nisso, no culto a imagem e afins.

Trocando em miúdos, se vc quer aparecer mesmo e mostrar o quanto é fodão, faça um flog e seja feliz (nada contra quem tem flog, é escolha deles), mas não crie estigmas com relação à escrita. Pois ela sempre será passível de contestação e pode ser que vc não obtenha o resultado esperado.

Um lance muito utilizado pra comentar um texto longo é sempre começar lendo o primeiro parágrafo e depois ignorar todo o conteúdo e pular pro último. Dessa maneira, ao ler a primeira parte vc sabe do que a pessoa está falando e ao ler a ultima vc arranja gancho pra comentar.

Exemplo:



Raças e Racismos

"Na aula de hoje, o professor me fez uma pergunta escabrosa. Perguntou o que eu achava sobre a cota para negros. Não que eu tenha medo de tal pergunta, apenas não acho apropriado ele tê-la feito naquele instante. Vcs sabem né? Assuntos raciais sempre dão pano pra manga e eu acho que..."

Blá,blá,blá,blá,blá Blá,blá,blá,blá,blá Blá,blá,blá,blá,blá Blá,blá,blá,blá,blá
Blá,blá,blá,blá,blá Blá,blá,blá,blá,blá Blá,blá,blá,blá,blá Blá,blá,blá,blá,blá
Blá,blá,blá,blá,blá Blá,blá,blá,blá,blá Blá,blá,blá,blá,blá Blá,blá,blá,blá,blá
Blá,blá,blá,blá,blá Blá,blá,blá,blá,blá Blá,blá,blá,blá,blá Blá,blá,blá,blá,blá Blá,blá,blá,blá,blá Blá,blá,blá,blá,blá Blá,blá,blá,blá,blá Blá,blá,blá,blá,blá

"...então terminou assim, espero não ter ofendido ninguém ao dizer que cota para negros é um preconceito maior ainda do que a própria discriminação em si."


Dá pra sacar fácil sobre o que o cara está falando logo no inicio e ainda comentar sobre o assunto tendo lido apenas o ultimo parágrafo.

Ou isso, ou apelar pra leitura dinâmica. Saída louvável, pois hj em dia quase ninguém tem mais tempo pra ficar lendo posts grandes, mesmo pq uma grande parcela comenta do trabalho. Fora que dependendo do ritmo do post, alguns dão preguiça mesmo.

Mas isso não é culpa do blogueiro, e muito menos nossa, portanto, se achar que não tem nada a acrescentar abster-se é melhor e muito mais autêntico.

Falando nisso, dá até pra utilizar essa ultima neste post.

* clichêêêêê...

Selph - 2:40 PM

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vergonha - 25/05/2006

Podem me perguntar o que quiserem sobre forró e pagode. Letras(?), melodias(??), arranjos(???). Venho escutando isso todos os dias na rota que volta da empresa.

Tô ficando fera, puaf!

Selph - 10:20 AM

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Andarilhos V - 22/05/2006

Andarilhos 4

Era um salão... Não, um salão não. Um anfiteatro. Isso! Um enorme anfiteatro...

Gigantesco.

Estava lotado (pense em milhares), porém os rostos não tinham definição. Pareciam telas de TV em chuvisco.

Nisso, uma figura surge no palco. Era uma garota relativamente alta, de olhos curiosos, um bonito cabelo longo e aparelho nos dentes. Falante à beça. Mas parecia um pouco melancólica. Tanto que, após um interessante monólogo (parecia mais um clamor), questiona:

"Quem teria coragem para mudar sua própria vida?"

De repente, no meio de todas aquelas pessoas anônimas e incógnitas (entretanto, presentes), salta uma voz:

"Er... EU TENHO CORAGEM!"

Como a maioria dos presentes parecia estar linkado em outros lugares, apenas a garota falante ouviu essa voz. Até pq ela surgiu de lugar nenhum...

Que por sinal, vinha de uma outra garota relativamente baixa e de cabelos curtos. Possuía um sorriso luminoso como uma janela num dia azul e tinha os olhos vivos e cheios de energia. Ambas trocaram uma idéia.

Enquanto uma falava em Foucault outra citava Pierre Lèvi. E a conversa fluiu...

No meio daquela diálogo entre bits, bytes e milhares de pessoas anônimas e incógnitas (mas presentes), adentra uma terceira presença no salão. Não! Salão não! Anfiteatro!

Era um cara meio alto. Cabelos pretos esquecidos de cortar de propósito, olhos pequeninos e nariz de metido, embora ele não se considerasse assim...

Viu as duas conversando e de repente eram três. É... o anfiteatro (acertei!) proporciona isso.

Idéias diferentes, hábitos, sotaques e constatações a respeito de tudo isso eram a tônica das conversas. E como todos sabem, os sentimentos insistem em se meter e dar uma de intrometidos em encontros assim.

Mas todos admitem que não existiria tanta graça se eles não se intrometessem...

E os encontros foram aumentando. Se multiplicando. E pularam pra fora do anfiteatro.

Surgiram amizades com outras pessoas, identificação, continuidade e até mesmo amor.

E a tal revolução que alguns tinham pensado já era realidade. Mas foi uma revolução diferente, não envolveu as massas de um todo, e sim os diversos mundos que existiam dentro de cada um.

Mundos que vagam em sua mente ou coração.

Que te puxam pra algo novo ou amedrontadamente interessante.

Que se juntam pra dar ação aos pensamentos e por fim: que anseiam em conhecer novos mundos andarilhos dentro de qualquer outro universo desconhecido.

Esse pode ser um grande perigo, mas tmb um grande prêmio.

Pois a paixão pelo meio que pode proporcionar isso é forte em muitos. E isso só tende a crescer. Como um log infinito de um computador com o verbo "to be" em funcionamento.

Selph - 1:30 AM

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em branco - 17/05/2006

.e a falta de inspiração é um mal(?)* recorrente.

.Ele se pega fazendo esboços de coisas e deixando pequeninas notas de rodapé num canto esquecido da mente.

...como frases que começam com reticências e terminam da mesma forma...

Cada página em branco do Word o instiga a imaginar o tamanho da revolução muda que se deu quando aposentaram o papel e o lápis. Ah não, este já tinha sido aposentado antes pela caneta.

O devaneio o invade pra depois ser substituído pela tecnologia, que cede lugar pra apatia, que por fim vai embora entediada.

Ele adora quando isso acontece.

Olha pra cima, olha pra baixo. Vê a torneira pingando. Vai lá e fecha.

Fecha tmb os olhos pra saber o que tem dentro da cabeça. Só vê um escuro. Fica imaginando (de olhos abertos): o que o teria levado a pensar que alguém pode enxergar o interior por meio dos olhos?

Nota que pensa muito e sente pouco. Chaplin disse isso há quase um século.

Engraçado, um palhaço mudo que proferiu uma máxima consagrada.

Ri. Percebe que o humor mais instantâneo é aquele que satiriza algo. Meio que martirizando o espírito humano. Dor é doce. Vira e mexe vc aprende a controlá-la.

E como seguindo isso a risca, ele mapeia outra possibilidade, outra matemática que o faça viver pelos próximos segundos sem pensar "o que vai acontecer nos próximos segundos?”.

Nesse ínterim, as pequeninas notas de rodapé se transformaram em gigantescos tratados e os esboços de coisas, em milhares e milhares de idéias que fogem, mas tem rabo grande pra poder pega-las de volta.

Qualquer hora ele faz isso. E o riso termina num sorriso .


* Mal pro ego, bom pro ócio. Resta saber qual agrada mais

Selph - 8:12 PM

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escudo - 15/05/2006

Quando normal é vergonhoso, ele se disfarça de exceção.

Logicamente, há exceções. Puaf!

~~~


Template novo. Aquele último me cansou muito rápido. Vamos ver quanto dura.

Sim, foi copycat (de novo!). Acontece que enquanto eu não criar vergonha na cara e aprender HTML vou continuar fazendo isso. Mas este template já tinha sido substituído, portanto, não está mais em uso pelo dono oficial. Além do mais, eu fiz algumas alterações e não tinha visto nenhum anúncio ou copyright no blog na época, logo, paciência.

~~~


E Sampa está em guerrilha. Ó Osi! Ainda tá vivo, rapaz?!

Selph - 3:25 PM

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insert a coin - 12/05/2006

Às vezes, olhando pra lua, eu desejo que ela se torne uma espécie de rebatedor daquele fliperama, como era mesmo o nome dele? Ah sim, PIMBALL.

Então, um rebatedor que vale 10.000 mil pontos e me faria (na posição de bolinha) ir parar em outro lugar. Sim, esse lugar tem nome, CEP e localização exatas.

E nesse lugar ela estaria me esperando. Meu prêmio. Nosso prêmio.

Selph - 5:55 PM

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----> - 10/05/2006


metas, anseios, dúvidas...

...que são superados pra dar lugar a mais metas, anseios e dúvidas.

há pessoas que reclamam tanto do stress, que sem ele ficariam loucas.

(eu por exemplo)

"O que é a VIDA pra vc?"
"não sei"
"eu tmb não"


e por um bom tempo ainda...

Selph - 10:15 AM

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oh, Dan... - 08/05/2006

Quem já leu tudo de Dan Brown (eu), deve ter notado uma sutil semelhança entre TODOS os personagens de seus livros.

Explico, parece que o celebrado autor criou apenas uma única e exclusiva fôrma para seus personagens. Tanto que após ler os 4 livros dele, fiz uma linha de "coincidências" e semelhanças entre as personagens.

Aviso: Contém spoilers


+++


Os protagonistas:

Robert Langdon (Código Da Vinci e Anjos e Demônios)
David Becker (Fortaleza Digital)
Michael Tolland (Ponto de Impacto)

"Coincidências": Todos são professores ou especialistas em alguma coisa. Geralmente passaram da casa do 35 e fazem o tipo "coroa charmoso". São discretos, educados, honestos e gostam de fazer esporte.

As protagonistas:

Sophie Neveu (Código Da Vinci)
Vittoria Vetra (Anjos e Demônios)
Susan Fletcher (Fortaleza Digital)
Rachel Sexton (Ponto de Impacto)

"Coincidências": Todas são belas mulheres que passaram da casa dos 30 e que são totalmente auto-suficientes. Inteligentes, bem resolvidas e independentes. Ah sim, corpos esculturais.

Os assassinos:

Silas (Código Da Vinci)
Hassassin (Anjos e Demônios)
Holohot (Fortaleza Digital)
Força Delta (Ponto de Impacto)

"Coincidências": Caracterizados pelos detalhes inóspitos que o autor insiste em frisar: fanatismo, doenças e frieza. São perfeccionistas e costumam chamar a atenção por algum detalhe físico.

Os que pareciam vilões e não eram:

Bezu Fache (O Código Da Vinci)
Maximilian Kohler (Anjos e Demônios)
Greg Hale (Fortaleza Digital)
Marjorie Tench (Ponto de Impacto)

"Coincidências": Tmb chamam a atenção pela descrição física. Determinados e donos de personalidade forte e marcante. Sempre se fodem no final. Com execção de Bezu Fache.

Os vilões:

Leigh Teabing (Código Da Vinci)
Janus (Anjos e Demônios)
Strathmore (Fortaleza Digital)
William Pickering (Ponto de Impacto)

"Coincidências": São sempre tidos como os "cérebros" ou gênios do mal da trama. Planejam tudo nos mínimos detalhes, e tudo teria dado certo senão fossem esses garotos intrometidos e esse cachorro...er... desculpa, ficção errada. Enfim, são a cereja do bolo, mas como o roteiro por vezes é previsível demais a coisa desanda...

Os mortos que desenrolaram a trama:

Jacques Saunière (Código Da Vinci)
Leonardo Vetra (Anjos e Demônios)
Ensei Tankado (Fortaleza Digital)
Dr. Charles Brophy (Ponto de Impacto)

"Coincidências": Bem, fora as mortes grotescas e o fato de todos serem estudiosos famosos ou respeitados, alguém tem morrer no inicio né? Batidão...

As instituições

OPUS DEI e Priorado de Sião (Código Da Vinci)
Vaticano e CERN (Anjos de Demônios)
NSA (Fortaleza Digital)
NASA e NRO (Ponto de Impacto)

"Coincidências": TODAS são reais. Senão tiver um aviso no começo do livro, tem em alguma parte. É característica de Brown utilizar instituições verdadeiras pra dar credibilidade as suas obras.


+++


De veras, ainda tem as ditas "armas" ou "motivos bombásticos" que no final das contas acabam por água abaixo (lógicamente né?). Outra coisa bem normal é que as estórias sempre terminam em sexo (na verdade com o casal em vias de fazer, ou com perspectiva, hehe).

Tirando essas "Coincidências", até que a obra do cara tem lá a sua credibilidade. Aliás, eu estou ansioso pra assistir a versão cinematográfica do Código Da Vinci.

Mas espero que no futuro ele pare de se repetir tanto e sai dessa linha "paulo coelhiana" de clichês. O auto plágio é perigoso (os Engenheiros do Hawaí que o digam) e pode levar a bancarota.

E pra quem quiser aprender a fazer um thiller "browniano", eis
aqui um link interessante.

Selph - 5:20 AM

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é - 05/05/2006

pq se existe um "Editar Postagens", tmb deve haver um "Editar palavras ditas"

Felizmente

(:

Selph - 6:25 PM

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egotrip - 03/05/2006

Pseudo intelectuais.

Praga comum e que cresce cada vez mais. Não que ela seja única e exclusivamente normal aos egocêntricos em excesso, pois em diversos momentos, qualquer um pode ser presa de seus instintos ególatras e narcisistas.

Normal...

Porém, a coisa desanda quando esses instintos começam a dominar o lado social da pessoa. Aí fode.

Eu falei de pseudo intelectuais, pois estes são o tipo mais batido de egocêntricos que conheço. Da simples maneira com que se portam até quando entram em discussão com vc.

Aliás, humildade passa longe nessas horas. Eu até abriria mão da humildade em favor do bom senso, mas nem isso pinta.

Sim, eu conheci alguns. E notei alguns padrões de comportamento como:


- Achar que conhecimento e cultura são
separadores sociais naturais e dividir
sua visão de mundo em castas, colocando-se,
obviamente, na superior (mesmo na absoluta
falta dos predicados supracitados);



- Ter enorme satisfação pessoal em demonstrar
que conhece mais sobre um assunto X do que
qualquer outra pessoa no recinto
(mesmo não conhecendo picas);


- Por outro lado, simplesmente não aceitar
nenhuma informação nova sobre o assunto X
de nenhuma pessoa do recinto, tudo pq não vem
das fontes glorificadas e duvidosas de onde ele tira
a sua própria informação. E, curiosamente, quando
trocar de recinto, passar a utilizar o que foi comentado
no recinto anterior como conhecimento seu, adquirido
por vias divinas;



- Ter um imenso desprezo por pessoas mais
ignorantes do que si. Mesmo que não sejam,
e mesmo que um ano antes ele fosse tão ou
mais ignorante;


- Acreditar que seus gostos são genuínos porque
ele não os adquiriu vendo televisão, e sim consumindo
e vivenciando um universo "alternativo" que é tão
massificado quanto a televisão, só não passa no
horário nobre da Globo;


Em resumo, ser arrogante, auto-importante, glorificar seu modo de vida e desprezar o resto.

E acima de tudo: alterar a sua personalidade de acordo com o ambiente em que está, porque no fundo é um merda que só quer ser aceito, mas se sente solitário pra cacete e tem algum ódio incontido da sociedade que não fica enchendo de atenção qualquer carência idiota que ele tenha.

é...

Selph - 4:15 PM

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acabei de vê-la - 01/05/2006



Ela. De madrugada. Numa mesa de bar. Sorrindo.



Acordo.

Há 13 dias ela partiu. Levou um bom pedaço junto, mas deixou uma coisa muito melhor no lugar.

Até a minha ida ou a sua volta, as coisas ficam suspensas por aqui. Resistindo.

Já não é mais um início, mas de maneira alguma é um final

Selph - 12:55 PM

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