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pierrot - 16/07/2007

Numa visão bem limitada eu arriscaria dizer que o belo reside nas causas perdidas.

É mais bonito lutar por causas perdidas. O tom épico e sacro que as ações adquirem depois de tal esforço parece ser mais bem entendido (e idolatrado) por todos. Vide a história do Cristianismo e dos mártires que pouco ou nada conseguiram em vida sobre as suas causas.

Adicione isso à literatura (Dom Quixote de La Mancha, poesia barroca, dentre outros), ao cinema (Coração Valente, Casanova, entre VÁRIOS outros), as artes cênicas em geral (pierrot e colombina)... e pq não à vida?

Já dizia o velho Abujamra, "A vida é uma causa perdida". Frase esta que não remete ao pessimismo gratuito, ao contrário, se trata de uma das frases mais otimistas que eu já li. Perdendo um pouco de tempo nela dá pra ver o porquê.

Esqueci de mencionar a música! Aliás, disto, desta comédia dramática que se torna a existência, os latinos manjam muito. Basta ver as letras de qualquer tango, rumba, salsa, bolero ou samba (samba de raiz ou chorinho, nada de pagode!).

São sempre as mazelas e o sacrifício humano que são idolatrados. E não é raro ver como deles é que saem as mais belas rimas.

E quase como se a sombra ficasse mais bela por causa da sua natureza de ausência de luz. Luz! O belo e o perfeito! O Deus, a perfeição, o poder...

...e a sombra, o lado deficiente, nem sempre belo, muito menos perfeito, porém humano.

Não admira que simpatizemos mais com o que nos é familiar. Se isto é uma benção ou maldição, já é tarde pra saber. Simplesmente é.

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Selph - 3:20 PM

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baqueado - 10/07/2007

Ser sacana em situações dramáticas é apenas um dos vários muros que vc pode erguer pra se sentir melhor.

Outro bastante famoso é a compaixão.

Porém quebrar o muro e reagir ainda me parece o mais certo.

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Selph - 3:20 PM

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não é pra tanto... - 03/07/2007

Uma colega de infância de minha irmã mora na Alemanha.

Ela foi parar lá por causa do curso em que se formou: Biologia. Como os gringos geralmente dão mais importancia à qualidade de ensino, acabou que ela foi pra Europa fazer mestrado. E fazer amor tmb, visto que arrumou um namorado alemão.

Há uns três meses minha irmã viajou pra Espanha e aproveitou pra dar uma esticadinha em Gelsenkirchen afim de visitar a velha amiga.

Chegando lá, ela vai conhecer seu emprego que fica numa espécie de Universidade que promove pesquisas na Amazônia. O local além de ser pra lá de moderno ainda abriga uma gama imensa de profissionais sulamericanos já que os gringos gostam de trabalhar com quem tem experiência de campo.

Papo vem, papo vai, ela conta que a vida anda bem, mas que vez ou outra acaba se enchendo com os estereótipos que os europeus criaram a respeito dos latino americanos. Principalmente os brasileiros.

"É um saco" - ela contou. "Sempre perguntam de onde sou por causa de minha aparência (ela é morena de cabelo sarará) e quando digo que sou brasileira me interrogam a respeito de futebol, carnaval e praia. Isso quando não pedem na cara dura pra eu dar uma sambadinha, uma reboladinha ou sei lá que merda mais!"

Eis que no auge da declaração, um rapaz negro e com jeito de malandro carioca se interpõe:

"Rá! Vc reclama à toa. E eu que sou COLOMBIANO?"



Pano rápido.

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Selph - 4:00 PM

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