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sobre as coisas que demorei pra entender - 30/11/2006

Eu poderia resumir tudo o que vou escrever em uma simples frase. Poderia mesmo.

E ela seria assim: "Em relacionamentos, só tente concretizar algo quando a pessoa estiver ao alcance de sua mão".

Vcs devem pensar: "Mas o Selph namora uma pessoa que conheceu pela INTERNET! Como ele pode dizer uma coisa assim?"

Simples.

Eu aprendi a duras penas que não adianta enxergar alguém como namorado(a) estando a distância. E não é só pela carência carnal/afetiva não, é mais pela alienação.

Gostar de alguém sempre remete a um certo tipo de alienação, não da forma prejudicial que muitos pensam e sim daquela que nos isola das coisas ruins e só nos faz pensar (e enxergar) coisas boas. Neste caso, a pessoa de quem gostamos.

Porém, a distância é fator agravante em tudo isso. Não demora pra alienação se transformar em medo. Medo de perder, medo de magoar, medo de ter medo. E por aí vai...

Se o casal não tiver os pés no chão e decidir com maturidade o que vai querer e como essa relação vai ser suprida, aí o caldo entorna mesmo.

Cada um vai se encher de teorias e argumentos próprios. E é interessante notar como nessas horas a opinião alheia pouco ou nada vale.

Continuando assim, conforme o tempo passa, as coisas começam a azedar dentro de vc.

Promessas, juras, compromissos e conversas tendem a parecer cada vez mais desesperadoras.

Vc se pergunta como não se sentia assim quando estava sozinho.

Custa a entender que a solidão só é agradável quando se está em paz consigo mesmo. E vc infelizmente não está. Lógico, como estar em paz estando longe de quem vc gosta?

Esse é o ponto decisivo. Alguns enxergam como paz o que tinham antes de conhecer a pessoa de quem gostam. Já outros enxergam a paz apenas estando ao lado da mesma pessoa.

Daí o que vem por diante é sabido: os planos, as dúvidas, os pesos, a balança, mais medos, mais pedidos pra ter certeza, mais certezas pra poder pedir...

O início das perguntas capciosas. De querer desvendar o passado. E de ser julgado por ele. Mas tmb é o início da busca pela sua paz.

É fato: quanto mais conhecemos alguém, mais queremos fazer parte de sua vida. Ainda mais sendo alguém querido.

Pode parecer que eu cuspo no prato que comi. Nada disso. Se soubesse desses fatos antes de conhece-la, talvez as coisas fossem diferentes.

Talvez nós não estivéssemos juntos hj, mas certamente iríamos estar em algum momento. De uma maneira ou de outra. Num tempo ou em outro. Destino? Que nada, somente vontade e desejo. Que quando aliados ao sentimento, tornam as coisas possíveis.

Mas que ninguém se engane. Tudo poderia ir por água abaixo de um momento a outro. E talvez aí resida a moral da estória toda. Nem sempre longe dos olhos é longe do coração, mas isso vc só vai descobrir se é aplicável a vc, arriscando a própria pele. E tendo bastante um pouco de sorte.

E sendo asssim, as coisas se moldam de acordo com nossas escolhas.

Esse, sem dúvida, é o maior atrativo de tudo isso.

Selph - 4:30 AM

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caralinho revoltado - 24/11/2006

A revolta pode até ter causas comunitárias, mas é sempre de origem egocêntrica.

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Selph - 12:40 PM

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abscesso emergente - 21/11/2006

Tolerar sempre é ruim.

É como uma bomba relógio. Ou como um abscesso que vai enchendo, enchendo, enchendo. Até acontecer algum fato sem noção e estoura-lo.

Total.

Contrário é o que acontece com a compreensão. Diferente da idéia de compreensão baseada no amor que todos devem estar imaginando agora, a compreensão deriva tanto lógica quanto linguisticamente de conhecimento.
Logo, de poder.

Quem compreende sempre será mais esperto, saberá anteceder erros e conviver melhor com as diferenças. Mas tudo isso vira merda se em determinado momento o individuo não aceitar o fato de que ganhos implicam em pequenas perdas.

E isso foge da fria racionalidade como o diabo foge da cruz (se é que ele foge mesmo)

Daí o link pro amor, pro irracional, pro emotivo. Que ironicamente tmb é fonte das mais bestiais rivalidades que se tem noticia.

Daí a necessidade desse sentimento intraduzível. Ou traduzível até demais...

Daí... Mais nada. Só vida e além.

Mas de uma coisa eu sei.

Tentou compreender, conseguiu, mas não aceitou...

...melhor se afastar do que tolerar. Sempre.

Marcadores:

Selph - 4:45 PM

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por um triz... - 13/11/2006

Gosto muito de História. Era de longe a matéria em que eu fui melhor no colégio.

Certa vez disseram: "O tempo é uma roda de repetições". Mais adiante aduziram: "A História tem senso de humor irônico (às vezes negro)" e por fim concluíram: "As coisas fluem em ciclos, e é necessário aprender com o passado".

Pensando * nisso, comecei a relacionar certas passagens históricas com aquilo que frequentemente é chamado de "sorte" ou "coincidência". Fatos que definiram muito como o mundo é hj. E que se tivessem sido um pouquinho diferentes ou seguido de acordo com a lógica, teriam mudado bastante o panorama atual.



*(vendo TV de vez em quando,
lendo cada vez menos,
lembrando de agruras nacionais
e internacionais,
fuçando na Internet
e às vezes tentando criar lógica
com a minha matéria prima deficiente)



---


Terceira Cruzada (1189 - 1192)

A Cruzada dos Reis estava pra ser iniciada. A expectativa geral era de sucesso, visto que, desta vez apenas os exércitos mais fodões dos três maiores soberanos da Europa iriam entrar em cena.

Eram eles: Filipe Augusto (França), Frederico Barbaruiva (Sacro Império Romano Germânico) e Ricardo Coração de Leão (Inglaterra).

Saladino iria precisar de mais do que sorte desta vez.

E ele teve.

O imperador Frederico Barbaruiva, atendendo os apelos do papa, partiu com um contingente alemão de Ratisbonne e tomou o itinerário danubiano atravessando com sucesso a Ásia Menor, porém, afogou-se na Cilícia ao atravessar o Sélef (hoje Goksu), um dos rios da Anatólia.

Conclusão: A sua morte representou o fim prático dessa Cruzada, já que os guerreiros germânicos estavam entre os mais belicosos e eficientes soldados europeus já reunidos.

Fora que, deixar franceses (Filipe Augusto) e ingleses (Ricardo Coração de Leão) sozinhos é pedir pra coisa desandar mesmo...

É interessante imaginar como seria o mundo de hj se o Islã não existisse mais na proporção atual. Se a religião católica fosse absoluta tanto no Ocidente quanto no Oriente. Desconfio que os conflitos iam continuar do mesmo modo, só passando de judeus VS muçulmanos para judeus VS católicos.

Não que isso seja novidade, mas talvez certos crimes de guerra fossem enxergados de maneira diferente...

Império Mongol vs Império Japonês (1274-1281)

Bem que Kublai Khan tentou. Mas não conseguiu ser mais forte que um tufão - mais tarde chamado de Kamikaze, literalmente "Vento Divino" - das costas japonesas que acabou impedindo-o de conquistar toda aquela ilha de esplendor e beleza no continente asiático.

Já no Japão reinava o absoluto terror. As primeiras expedições mongóis que lá desceram fizeram miséria! E os tão "invencíveis" samurais japoneses simplesmente tombaram um a um diante do poderio bélico do soberano mongol. Infelizmente para o grande Khan, a expedição vitoriosa era pequena demais para tomar o país.

Logo ela retornou para a China e de lá partiu com força total para tomar a terra monte Fuji. Falhou, porém, devido mais as causas naturais (o dito tufão divino) do que as frotas japonesas.

Na época, nos 4 cantos do império nipônico, foram erguidos templos em louvor ao Deus das Tempestades para que este sempre mantivesse longe os bárbaros invasores. Parece que deu certo.

Conclusão: Japão iria virar mais um vassalo da "Horda Dourada". Eu queria saber como ficaria a "honra" depois de terem sido salvos por uma tempestade.

Talvez eles cometessem suicídio em massa. Ou quem sabe posteriormente não tivessem tamanha influência na história mundial .


Espanha vs Inglaterra (1585 - 1604)

Antes mesmo da Inglaterra pensar em conquistar algo, a Espanha já fazia disso o seu ganha pão. Foi assim com as Américas e foi assim com o mar.

A Guerra Anglo-Espanhola teve inumeras batalhas, porém na mais importante, a "invencivel" Armada Espanhola perdeu. Muitos consideram a batalha de Gravelines como um marco na batalha entre ambos países. O que pouca gente sabe é que antes dela, a Espanha já estava com planos de invandir a Inglaterra e que tais planos foram frustados por uma incrivel tempestade que se abateu sobre a frota espanhola.

Nessas horas dá até pra pensar em bruxaria. Sabe como é, Reino Unido, celtas, culturas antigas, Irlanda, runas etc...

Conclusão: O fato é que após esse incidente que se somou com a derrota em Gravelines, a Armada Espanhola nunca mais foi a mesma. E quem assumiu o guidão da soberania nos mares foi a Inglaterra. Desnecessário dizer que quem tivesse o controle dos oceanos naquele tempo tinha o controle do mundo, já que a maior fonte de riquezas e poder naquele tempo eram as Américas. Quem sabe os EUA fossem hj em dia um mega México?

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E as coisas ficam por aqui, suspensas.

Como seria o mundo hj em dia se o Islã não tivesse a dimensão que tem?

Se o Japão não fosse uma super potência que já interferiu várias vezes na 2º Guerra mundial e na corrida tecnológica?

Se a lingua mundial fosse o espanhol em vez do inglês?

Dúvidas, suposições, universos paralelos e afins. E a História segue: cômica, irônica e interminável.

Selph - 2:00 AM

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