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pierrot

Numa visão bem limitada eu arriscaria dizer que o belo reside nas causas perdidas.

É mais bonito lutar por causas perdidas. O tom épico e sacro que as ações adquirem depois de tal esforço parece ser mais bem entendido (e idolatrado) por todos. Vide a história do Cristianismo e dos mártires que pouco ou nada conseguiram em vida sobre as suas causas.

Adicione isso à literatura (Dom Quixote de La Mancha, poesia barroca, dentre outros), ao cinema (Coração Valente, Casanova, entre VÁRIOS outros), as artes cênicas em geral (pierrot e colombina)... e pq não à vida?

Já dizia o velho Abujamra, "A vida é uma causa perdida". Frase esta que não remete ao pessimismo gratuito, ao contrário, se trata de uma das frases mais otimistas que eu já li. Perdendo um pouco de tempo nela dá pra ver o porquê.

Esqueci de mencionar a música! Aliás, disto, desta comédia dramática que se torna a existência, os latinos manjam muito. Basta ver as letras de qualquer tango, rumba, salsa, bolero ou samba (samba de raiz ou chorinho, nada de pagode!).

São sempre as mazelas e o sacrifício humano que são idolatrados. E não é raro ver como deles é que saem as mais belas rimas.

E quase como se a sombra ficasse mais bela por causa da sua natureza de ausência de luz. Luz! O belo e o perfeito! O Deus, a perfeição, o poder...

...e a sombra, o lado deficiente, nem sempre belo, muito menos perfeito, porém humano.

Não admira que simpatizemos mais com o que nos é familiar. Se isto é uma benção ou maldição, já é tarde pra saber. Simplesmente é.

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Selph - 3:20 PM