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In Loco

Já foi do weblogger, já foi pra destilar, já disse "mas sim, mas não", já cruzou a linha do virtual-real...

...agora só passa. Contínuo.
(manaus - am - desde 2004)

inloko again - mail

_play_

Após visitar os mais diferentes tipos de blogs, comecei a notar certos padrões e lugares comuns.

Por exemplo: O lance de colocar o "O que eu estou ouvindo" no final de cada post.

Alguns colocam "ouvindo: música tal/artista tal", outros põe figurinha de um alto falante ou fones de ouvido, existe quem só coloque a música e a banda.

Enfim, o fato é que eu fiquei curioso em saber se escrever escutando música ajuda.

E tentei.

Não, no meu caso não ajudou. Desconcentrou-me. Sempre que ouço algo que gosto me perco na melodia e na batida. Sem falar na letra que me faz lembrar de mil assuntos. Infelizmente não dá pra fazer um post falando sobre mil assuntos. Bem, pra mim não dá. Não mais.

Música é ferramenta pra moldar o seu mundo. Cria-lo do jeito que vc quer.

...isso parece verbete. Certa vez fiz uma porrada de verbetes relacionados a música, bandas, álbuns e afins. Tipo:

- coletâneas não tem personalidade

- acústicos MTV tmb não

- shows ao vivo? Hum... nem sempre.

- em um CD, a música 7 tem sempre algum diferencial, geralmente vira single ou é a “incompreendida” do disco

- apesar dos puristas afirmarem o contrário, o formato do CD é muito mais romântico do que o do vinil

- discos seguem a lógica dos filmes (o segundo tem que ser tão bom ou melhor que o primeiro pra poder dar continuidade a franquia). Porém, há exceções:




Ventura – Los Hermanos (se bem que esse é o terceiro né?)


- existem discos que só funcionam como um todo:




Descobrimento do Brasil – Legião Urbana





quase todos do Nine Inch Nails


- em contrapartida, existem discos que parecem um fileira de singles.



Black Album – Metallica




Nevermind – Nirvana




Ten – Pearl Jam




Definitely Maybe – Oasis



e a lista não termina mais...


- pessoas que se dizem ecléticas demais no gosto musical, na verdade não sabem e nem gostam de porra nenhuma.

- música pode abranger todos os tipos de governos ou ideologias. Pode ser nazista, democrática, comunista, anarquista e até a favor do Enéas.

- respeito demais faz bem aos dentes e mal ao ego dos estilos

- mingaus musicais tem que ter consistência, senão viram Carnaval. Tem coisa de mais mal gosto do que Carnaval?

- clássicos são lindos, bem feitos, ou seja, são o sublime da música. Pena que alguns insistam em retrata-los como elitistas

- esse negocio de dizer que musica alegre é pra pular e musica triste é pra chorar é besteira. Eu por exemplo: choro quando ouço boquinha na garrafa ou funk.

- música pode até ser rotulada, mas definitivamente não é um produto

- isso vale pra qualquer estilo

ouvindo: o barulhinho da CPUPC

Selph - 9:01 AM